domingo, 6 de outubro de 2013

Agregação da matéria

Nas temperaturas mais baixas as moléculas se comportam de forma tímida, com um movimento vibratório quase que imperceptível possibilitando as matérias encontrarem-se no estado sólido podendo apresentar características tais como forma e volume inalterados. Quando, por algum motivo, a temperatura se eleva as moléculas começam a adquirir uma maior liberdade de movimento fazendo assim com que as substancias dêem inicio a uma alteração na organização dos seus agregados moleculares adquirindo novas propriedades. Dependendo do aumento ocorrido e da espécie de matéria em questão pode até acontecer uma mudança no arranjo na estrutura dos materiais fazendo com que estas atinjam outros estados físicos como liquido apresentando-se com a forma variável e o volume constante ou o gasoso que terá forma e volume variável.
Estas mudanças comportamentais que acontecem nas moléculas das substancias são classificadas como fenômenos físicos, pelo fato de que estes não promovem modificação na intimidade da matéria. Dependo do ponto de fusão/solidificação ou do ponto de ebulição/condensação de uma sustancia podemos identificar o estado físico na qual a substância pode se encontrar. Estas informações são essências na definição da utilidade que alguns materiais terão na nossa sociedade.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Interações nas comunidades


Idealizador: Francisco Clodovanio Pereira da Silva

Tema: Interações nas comunidades - Relações Ecológicas

Introdução: Esta atividade se propõe trabalhar as relações ecológicas – harmônicas e desarmônicas – entre as espécies, tendo como objetivo maior proporcionar aos estudantes a capacidade de definir, identificar e fazer inferências as diferentes formas de interações ecológicas que se processam entre os componentes vivos de uma comunidade.

Procedimento: Nesta ocasião o professor orientador divide a turma em duplas, sorteia um tema para cada uma e a partir dai os participantes se  organizarão para realizar a produção de um cartaz no qual deverá ser trabalhado o tema sorteado que envolve uma das relações ecológicas entre as espécies. No cartaz deverão vir explícito algumas informações a respeito do tema abordado como: conceito, exemplos e sua relação com permanência sustentável da comunidade. Em suam os participantes, usando sua criatividade, produzirão um texto – cartaz – que represente de forma clara e objetiva o título sorteado. Após conclusão a tarefa será apresentada em assembléia.

Público alvo: alunos do terceiro ano do ensino médio da EEFM Pe Luis Filgueiras.

Material utilizado: cartolina, papel madeira, papel duplex, jornais e revistas para recortes, cola, tesoura, papel ofício, EVA, lápis de cor, lápis grafite, pincel, fita gomada entre outros.

Duração da atividade: duas horas e meia - referente a três horas aulas de 50min.

Temas abordados:
01. Relações ecológicas intraespecficas: 
Harmônicas ou positivas - Colônias e sociedades.
Desarmônica ou negativas - canibalismo e competição.

02. Relações ecológicas interespecíficas: 
Harmônicas ou positivas - Mutualismo, protocooperação, comensalismo,  competição e inquilinismo.
Desarmônicas ou negativas - predatismo, parasitismo, herbivorísmo, amensalismo e competição

Avaliação: será feita tomando como base o processo de construção dos cartazes - as ideias surgidas durante a produção; o produto final - criatividade, estética e escrita do texto; por fim a exposição do cartaz - a criatividade, a oralidade e o controle emocional. 

Segui abaixo os registros fotográficos dos cartazes produzidos e das turmas participantes.























segunda-feira, 29 de julho de 2013

Nomeando os compostos orgânicos

Disciplina – Química

Assunto – Nomenclatura de compostos orgânicos.

Público alvo – Alunos da terceira série do ensino médio da EEF Pe Luis Filgueiras.

Professor – Francisco Clodovanio Pereira da Silva

Objetivo – Identificar e aplicar as regras oficiais – IUPAC – da nomenclatura dos compostos orgânicos.

Procedimentos:
  • A atividade será individual, onde cada aluno analisará as regras de nomenclatura oficial dos compostos orgânicos.
  • As questões serão organizadas em blocos de acordo com as regras de nomenclatura exigidas pelo livro didático – Química Orgânica de Marta Reis:
a) Cadeia aberta, normal e saturada;
b) Cadeia aberta, normal, saturada e ramificada;
c) Cadeia fechada, normal e saturada;
d) Cadeia aberta, ramificada e saturada;
e) Cadeia aberta, ramificada e insaturada;
f) Cadeia fechada e ramificada;
g) Cadeia fechada, ramificada e insaturada;
h) Cadeias abertas heterogêneas.

  • Cada aluno receberá uma tarjeta contendo uma fórmula estrutural de um composto orgânico que deverá ser nomeado aplicando as regras oficiais de nomenclatura.
  • Será determinado o tempo de 10min para cada que cada participante chegue a uma solução para o problema em questão.
  • Em seguida cada um irá ao quadro escrever a fórmula recebida e informar o respectivo nome.
  • Durante a apresentação, caso seja necessário, serão feitas as devidas considerações.
  • No final de cada participação será anotado o nome do educando que acertar a resposta e no término da aula participará do sorteio de alguns brindes.
Material usado:
Cartolina, papel ofício, caneta esferográfica, tesoura, cola e pincel.

Avaliação:
O alunos receberão uma ficha nas quais serão feitos os seguintes questionamentos:
01. A atividade conseguiu envolver a turma?
02. Os participantes conseguiram solucionar as questões propostas?
03. Você concorda que com este tipo de atividade a participação e a aprendizagem da turma se torna mais eficiente?
04. Cite, pelo menos, um ponto negativo e um ponto positivo para esta tarefa.








sexta-feira, 12 de julho de 2013

Ciclo da matéria nos ecossistemas

ATIVIDADE DE BIOLOGIA


“Todos têm problemas, mas o que diferencia as pessoas é que algumas delas conseguem encontrar a solução.”


ASSUNTO: ciclo biogeoquímicos

PÚBLICO ALVO: alunos do terceiro ano do ensino médio da EEFM Padre Luis Filgueiras

PROFESSOR: Francisco Clodovanio Pereira da Silva


PROCEDIMENTOS


01. Dividir a turma em grupo, a formação dos grupos  deverá ser feita sempre buscando obter número pares de equipes e cada uma destas deverá ter no máximo cinco componentes.

02. Solicitar que cada grupo que, usando o  livro didático, elabore cinco questões onde cada uma delas deverá contemplar uma situação problema relacionada a um dos ciclos biogeoquímicos – ciclo  da água, do carbono, do oxigênio, do nitrogênio e do fósforo – encontrados no livro texto.

03. Após elaborar as questões os  grupos escolherão um componente que se responsabilizará de se deslocar para outra equipe levando consigo o questionário para ser respondido. O revesamento dos componentes, no momento da atividade, deverá ser organizada pelo professor facilitador e pode acontecer levando em conta a seguinte proposta.
O orientador deverá determinar uma identificação para cada grupo escrevendo no quadro o mapa, no qual mostrará como acontecerá a permuta dos alunos nos grupos.

MODELO  A SER SEGUIDO

GRUPO 01  X  GRUPO 02
GRUPO 03  X  GRUPO 04
GRUPO 05  X  GRUPO 06
GRUPO 07  X  GRUPO 08
GRUPO 09  X  GRUPO 10

OBS: Os grupos poderão ser identificados seguindo outros critérios como, por exemplo, nomes de cidades, frutas, cores e etc e ainda adjetivos, escolhidos pelos participantes, que caracterize o grupo formado.

04. Após a resolução do exercício, cada componente retornará ao grupo de origem e em seguida apresentarão o resultado dos trabalhos produzidos. Durante a apresentação os alunos deverão comentar as facilidades e as dificuldades enfrentadas durante a realização desta atividade.


05. Ao terminar o processo de elaboração, resolução e apresentação das situações problemas cada equipe fara uma avaliação apontando cinco vantagens e cinco desvantagens de se estudar um conteúdo aplicando esta técnica.  

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Coversando sobre sexualidade


SEXUALIDADE
I ciclo de palestra do projeto rede de blogs de Nova Olinda
01 a 05 de julho de 2013


"Lágrimas sempre comovem, mas quando são fruto da alegria embelezam, pois falam da sinceridade e da profundidade dos sentimentos de quem as verte."

  








ROTEIRO 



Tema: Conversando sobre sexualidade

Duração: 120 minutos

Professor: Francisco Clodovanio Pereira da Silva

01. Objetivos: 
  1. Estimular os participantes a pensarem a sexualidade como uma forma de prazer, de felicidade estimulando-os a perceber o mundo que o cerca e as suas diferentes manifestações de prazer.
  2. Debater preconceitos associados à questão da orientação sexual de modo a problematizá-los.
  3. Conseguir identificar e diferenciar puberdade e adolescência percebendo suas características.
02. Materiais necessários: 
  1. Cópias dos textos: O laço e o abraço - Mario Quintana; Tipo de beijo - Mariana Araguaia;
  2. Papel ofício; 
  3. Data show, notebook e caixa de som;
03. Questões a serem respondidas:
  1. O que é sexualidade?
  2. A diferença entre sexo e sexualidade.
  3. Esclarecer alguns mitos, presentes na cabeça dos adolescentes, com relação a puberdade e adolescência.
04. Estratégias: Utilização de músicas, vídeos, slides e dinâmicas.

05. Integração
  1. Dinâmica de socialização - A importância de se conhecer as qualidades e os defeitos do ser humano.
  • Cada participante deverá imaginar um companheiro, sem que seja divulgado.
  • Em seguida cada um citará uma característica admirável e outra detestável a respeito deste amigo;
  • Os membros terão espaços para dizer se algumas das características, citadas pelos participantes, se encaixam na sua descrição;
  • No final da brincadeira cada um deverá abraçar calorosamente o amigo que foi escolhido.
  • Esta dinâmica reflete a ideia de que precisamos conhecer bem nossos companheiros, para que deste modo possamos conviver em harmonia e ainda nos faz ver que quanto mais conhecemos uma pessoa mais chances teremos de ter uma relação afetiva sólida e duradoura. 
06. Estudos direcionados:
  1. Leitura comentada do texto - O laço e o abraço
  2. Apresentação de slides trabalhando alguns conceitos: Sexualidade, puberdade e adolescência.
  3. Estudo do texto – Tipos de beijo
  4. Atividade em dupla analisando algumas verdades e mitos que circulam no cotidiano dos adolescentes a respeito da sexualidade. Nesta atividade é distrubuida para cada jovem duas tarjetas contendo informações que podem ou não ser considerada verdade. Em seguida cada participante analisa e diz sua visão diante da afirmação. Depois de cada informação lida e comentada o grupo participa dando seu ponto de vista concordando ou discordando do que foi apresentado. Sempre que necessário o orientador fará as devidas intervenções.
  5. Produção de uma imagem que reflita ou represente, para os jovens participantes, o termo sexualidade. Apresentação do material produzido pela galera.
  6.  Encerramento com a exibição do vídeo – Sexualidade x jovem. 
  7. Entrega de um kit com material informativo, focando alguns assuntos trabalhados durante o encontro.   

sábado, 20 de abril de 2013

Contação de história e o estudo da biologia


CONTAÇÃO DE HISTÓRIA

TEMA: O mundo maravilhoso da biologia

Descrição da prática:

Nesta atividade o Docente possibilitará aos participantes a escolha de um tema relacionado aos conteúdos de Biologia exigidos na Matriz Curricular das Séries do Ensino Médio e, juntamente com estes, trabalhará na construção de uma narrativa se apropriando dos princípios da Contação de Historia, reutilizando, para a construção de personagens e cenários, quando necessário, objetos do cotidiano do próprio participante, não se esquecendo de enfatizar cada informação considerada importante para aprendizagem do conteúdo que será trabalhado. Com esta ideia venho resgatar a cultura da Contação de História, uma dinâmica muito aplicada nas Séries do Ensino Infantil, a qual desperta no individuo momentos marcantes da sua infância, tem a capacidade de proporcionar ao espectador uma viagem ao mundo maravilhoso da imaginação, motivos estes que me fazem acreditar ser este um procedimento mais dinâmico e atraente e que pode ser usado com o objetivo de despertar, nos participantes, mais interesse pelos conteúdos abordados nas salas de aula, na tentativa de fugir do óbvio, estimular a criatividade do educando, disponibilizar uma gama de caminhos a ser percorrido e fazer com que estes embarquem em uma viagem lúdica pelo mundo das ciências. Penso que por este e outros motivos será ferramenta essencial no auxilio da nossa prática pedagógica.
Para que se torne mais claro do que se trata a atividade de Contação de História me apego as palavras do pesquisado e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, além de filósofo, Paulo Ghiraldelli Jr, que vai refletir

Os contadores da história são os que navegam num mar que todos navegamos. Todavia, eles olham os corais, sabem da temperatura da água, observam os cardumes e, enfim, sentem cheiro de ilhas longínquas. Outros não. Outros navegam nessas águas e querem ir de continente em continente. Querem apenas aportar em praias novas e, em vez de olharem conchinhas, abrem pacotes de salgadinhos e os lambuzam com “Sandal”. Jogam banhas para lá e para cá, com a cerveja na mão. O mar é esquecido, a praia é comemorada como restaurante ou, pior, “quiosque à vista”. Esses navegadores não contam história nenhuma. O navegador que conta é aquele que vê as águas como quem vê o que chamamos de imaginário social. (disponível em: http://ghiraldelli.pro.br/2011/03/02/contacao-de-historia-o-que-e-isso/)
      
Ghiraldelli vem nos trazer uma reflexão, neste trecho, que aponta o paralelo entre a visão de um Contador de Histórias e a uma pessoa que não se atem a essas questões. Nesta citação podemos perceber que o Contador de História desenvolve através da gama de possibilidades que experimenta uma visão mais ampla e consegue ver além do que a visão alcança já os “observadores comuns” veem o que ambiente lhe proporciona, mas não é capaz de sair do seu mundo real e criar uma nova situação, repensar uma nova forma de visualizar o seu mundo. Com esta ideia reforço a importância de se inserir a Contação de História nas atividades desenvolvidas na Prática Pedagógica de qualquer modalidade de Ensino, nesse caso sendo dedicado essencialmente ao ensino dos conteúdos relacionados à Biologia.

Objetivo:

         Esta atividade tem como objetivo estimular, o estudo de Biologia através da Contação de História, nas séries do Ensino Médio tornando a atuação pedagógica mais dinâmica e atrativa, buscando fazer com que os jovens despertem para as diferentes formas de construção de conhecimento e aprimoramento da sua aprendizagem. Possibilitando o educando se perceber como agente fundamental na sua Formação Acadêmica.

Metodologia:

01. Selecionar um conteúdo contemplado pela Matriz Curricular do Ensino Médio, juntamente com turma e, a partir deste, estimular a produção individual de um texto escrito.
02. Dividir a turma em grupos; cada equipe deverá construir uma narrativa a partir dos textos criados individualmente.
03. Orientar os participantes para que a construção de personagens e cenários seja feita tendo como foco a ressignificação de objetos de seu cotidiano, por exemplo: botões de camisa podem representar células em reprodução, cadarços de sapato pode ser a representação dos vasos sanguíneos, entre outros.
04. Seleção do material necessário para criar o cenário ou uma atmosfera que retrate a história que foi produzida, a produção e apresentação ficaram a critério de cada grupo.

Passo a passo:

a) Selecionar o assunto a ser trabalhado.
b) Pedir para que cada aluno tente construir uma história dentro do tema abordado.
c) Reunir-se em grupo para análise dos textos que foram produzidos individualmente e juntos elaborarem uma proposta coletiva e ou selecionar um dentre os que foram apresentados.
d) Caso necessário, o professor orientará cada grupo para que os alunos consigam atingir seus objetivos dentro do texto que eles produziram.
e) O professor-orientador receberá os textos fará correção e devolverá aos grupos.
f) Depois de revisado os alunos trabalharão na elaboração da apresentação, na qual irão pesquisar os elementos essenciais para tornar a história atraente e de fácil compreensão pela turma. 

Contribuição didática:

         Com este exercício penso que estaremos atingindo dois grandes objetivos dentro da educação: o primeiro deles será o estímulo à leitura, que é essencial para o sucesso acadêmico de qualquer ser humano e o segundo será a apropriação dos conteúdos de biologia de uma forma mais lúdica e accessível por parte dos alunos, uma vez que leciono esta disciplina nas séries Ensino Média no contato que tenho com esta clientela percebo a dificuldade destes jovens em apreender informações básicas a respeito dos estudos relacionados à biologia. Deste modo estou sempre tomando conhecimento de depoimentos nos quais fica bem clara essa deficiência e posso perceber o quanto eles tem dificuldades de compreensão, conseguindo no máximo decorar algumas informações, ou seja, tem a mesma como um bicho de sete cabeças. Sendo assim esta ideia vem com o intuito de experimentar novas possibilidades e de fazer esta matéria chegar a sala de aula trazendo uma abordagem mais prazerosa e próxima da realidade dos educandos podendo, deste modo, ser reconhecida por eles como questões vivenciadas no seu cotidiano e que fazem grande diferença na vida acadêmica.

I Encontro de Ciências e Biologia

A Universidade Regional do Cariri através do Programa de Consolidação das Licenciaturas - PRODOCÊNCIA, coordenado pelo Professor Cícero Magérbio Gomes Torres promoveu nos dias 02, 03 e 04 de abril do corrente ano o I Encontro de Ciências e Biologia. O evento contou com a participação de professores do curso de ciências biológica da URCA e das escolas de ensino médio acompanhadas pela 18ª CREDE. Durante este período foram apresentadas diversas práticas didáticas de valores relevantes no aperfeiçoamento e elevação da qualidade do ensino da biologia nos núcleos educacionais

 

Construindo sua cadeia alimentar




NOME DA ATIVIDADE
Trabalhando o fluxo de energia e matéria nos ecossistemas

IDEALIZADOR: Francisco Clodovanio Pereira da Silva

MODALIDADE
Atividade envolvendo trabalho de pesquisa e estudo de dirigido e produção textual..

DESCREVER A PRÁTICA
A ecologia é uma biociência que trata da relação dos seres vivos entre si e destes com os fatores não vivos de um ecossistema. É do conhecimento de todos que o ser humano é a única espécie capaz de promover alterações no meio para atender as suas necessidades, por tanto explorar os recursos naturais e usá-los nas mais diversas atividades do cotidiano fez do ser humano um agente transformador da natureza interferindo no andamento de todas as formas de vidas existentes, por este motivo o estudo destas relações vem ocupando um espaço considerado nas nossas vidas, isto se deve ao fato de que o ser humano vem sentindo o quando se faz importante perceber a estreita relação existente os fatores bióticos e abióticos de um ambiente.
Nesta prática serão abordados assuntos referentes ao fluxo de energia e circulação da matéria nos ecossistemas, podendo ser utilizada como base no auxilio dos estudos realizados a respeito das relações de nutrição – cadeia alimentar, teia alimentar e pirâmides ecológicas. Esta atividade será trabalhada com alunos da terceira série do ensino médio e terá o propósito de auxiliá-los na sistematização dos conhecimentos relacionados ao estudo da biologia. Os participantes serão orientados a se organizarem em duplas, que será coordenado(a) pelo professor(a), cada grupo receberá um envelope contendo recortes representando seres vivos dos mais diversos níveis tróficos, o roteiro da atividade, uma cola e uma folha de papel oficio e uma folha de papel pautado. Com material em mãos os participantes irão utilizá-lo para a montagem de uma cadeia alimentar, uma pirâmide energética e a produção de um texto baseado nos esquemas montados anteriormente. O texto será produzido seguindo os critérios listados no roteiro entregue a cada equipe.
 
A SÉRIE DE CONSTRUÇÃO
Construir uma cadeia alimentar a partir dos recortes obtidos.
Baseado na cadeia, construída anteriormente, esquematizar uma pirâmide de energia
Produzir um texto que possua as seguintes informações:
  1. Definição de cadeia alimentar.
  2. Importância de uma cadeia alimentar para um ecossistema.
  3. Como se dá o fluxo de energia em uma cadeia alimentar.
  4. Problemas que podem surgir a partir de uma interferência em um dos níveis tróficos de uma sequência de nutrição.
  5. Uma solução para os problemas que venham surgir.
 
CONTEÚDOS ABORDADOS
Energia e matéria nos ecossistemas: Cadeias e teias alimentares
                                                           Fluxo de energia nos níveis tróficos
                                                           Pirâmides de energia
                                                           
OBJETIVO DA ATIVIDADE
Definir e interpretar uma cadeia alimentar.
Identificar a organização de uma cadeia alimentar.
 Entender o comportamento da energia disponível na matéria orgânica em cada um dos níveis tróficos.
Reconhecer a importância das relações de nutrições que ocorrem em um ecossistema, relacionando-as a possíveis problemas que possam afetar o seu bom desempenho.
Entender a relação: cadeia alimentar versos equilíbrio ecológico.
 Estimular a leitura e a produção de texto explorando temas relacionados à biologia.
 Estabelecer padrões sistematizados na produção textual dos mais diferentes assuntos preparando os nossos educando para as avaliações externas – SPAECE e ENEM, vestibulares e concursos.
 
MATERIAIS
Tesoura, cola branca, papel ofício, papel pautado,  envelope
Revistas para recorte
 
COMO FAZER
 Orientar os participantes a se organizarem em dupla.
A cada dupla será entregue um envelope contendo o material necessário – o manual de instruções, os recortes representando alguns seres vivos, uma folha de papel ofício, uma folha de papel pautado e uma cola.
Cada dupla terá 50 minutos para realização da tarefa
Os trabalhos serão apresentados em plenária, durante as apresentações, se necessário, serão aberto espaços para comentários
 
INDICAR CONTRIBUIÇÃO PARA O ENSINO DA BIOLOGIA
            No processo de ensino-aprendizagem, é muito importante a relação interpessoal e a “ajuda educativa” da parte dos professores ajustado às necessidades de cada aluno. É necessário que o docente tenha consciência de que sua ação durante o ensino é responsável pela ação dos alunos no processo de aprendizagem (Carvalho, 1998). Percebendo a importância desta relação descrita anteriormente, o educador precisa assumir a postura de um agente transformador, fazendo com que as informações adquiridas dentro da sala de aula passem a fazer parte da prática cotidiana nossos jovens.
Essa atividade procura fazer com que os participantes possam compreender ainda mais a importância de se perceber a natureza na sua intimidade, tendo o propósito de despertar no educando a necessidade de perceber a vida de uma forma menos egoísta e mais compartilhada. Fazendo com que nossos estudantes percebam o valor da vida em toda sua plenitude, dando a oportunidade de que estes não encarem a vida apenas como um mero espectador que ao observar o desabrochar de uma flor sinta-se incapaz de relacionar este fato a uma forte expressão de vida, vida esta que esta prestes a lançar mão de novas sementes que irão povoar nosso planeta e experimentar conosco desta rede mágica que é a vida. 
    
REFERÊNCIAS
CARVALHO,  Ana  Maria  P.  de  Gil-Pérez,  Daniel.  Formação  de  Professores  de  Ciências-Tendências e Inovações. 6 ed. São Paulo: Cortez Ed., 1995.
CARVALHO,  Ana  M.  P.  et  al.  Ciências  no  Ensino  Fundamental:  o  conhecimento  físico.
São Paulo: Scipione, 1998. Págs. 6, 12, 16, 20, 21, 22, 188.